segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Vale a pena visitar

Confira ..

Http://www.estacaomassagem.com.br

Site interessante.

Http://www.saudetotal.com.br/

sábado, 13 de novembro de 2010

Grande evento da ABGL

Maiores detalhes pelo site http:// www.abgl.org.br

Empresa de qualidade .

AFP Consultoria e assessoria especializada .

Contrate e confira !

Site http://www.tronuxhost.com.br

sábado, 30 de outubro de 2010

Alerta!

Aqueles que trabalham com programas de qualidade de vida devem ter em mente todos os fatores e complexidades que envolvem o ambiente de trabalho.

QUALIDADE DE VIDA SÓ EXISTE ENQUANTO COOPERAÇÃO ENTRE EMPRESA E FUNCIONÁRIO

Por Cecília Cibella Shibuya ;

A Qualidade de Vida é um tema cada vez mais abordado na mídia, nas empresas e até mesmo no ambiente familiar. As pessoas se conscientizaram de que o termo tem um significado amplo - que engloba diferentes áreas da vida -, e vêm incorporando a questão no seu dia-a-dia, tanto individualmente quanto coletivamente.

O mundo corporativo já está consciente da importância da qualidade de vida e da necessidade de criar melhores condições para o bem-estar dos colaboradores. Aqueles que investiram, já começam a colher os frutos dessa colaboração entre empresa e colaborador, comprovando que o profissional produz mais e melhor quando se sente feliz e motivado.

Essa busca por qualidade de vida insere-se no contexto da Responsabilidade Social, prática que deve ser incorporada tanto pelas empresas quanto pelos próprios profissionais. Assim, para que os programas de qualidade de vida gerem benefícios efetivos, o que vai se propagar para toda a sociedade, o comprometimento deve ser completo: a empresa desenvolve políticas, ações e programas de estímulo a uma vida saudável, e o funcionário, por sua vez, deve perceber que seu papel é fundamental para que os objetivos sejam alcançados por ambas as partes.

A iniciativa de promover projetos visando a satisfação pessoal dos colaboradores cresce cada vez mais no mercado de trabalho, de microempresas a grandes corporações multinacionais. Num futuro próximo, o que diferenciará uma empresa da outra será a qualidade de vida de seus colaboradores, bem como o clima que predomina no local de trabalho, diminuindo a importância do tamanho da empresa e ressaltando a produtividade e a qualidade, resultantes do bem-estar organizacional.

Para que os programas sejam eficazes, porém, é preciso alguns cuidados, como: partir da realização de uma pesquisa sobre o perfil dos colaboradores e suas reais necessidades; implantação de ações contínuas, transparentes, de curto, médio e longo prazos; envolvimento da alta cúpula; contar com uma equipe multidisciplinar que saiba lidar com as diferenças internas; avaliações constantes sobre os resultados do programa; inserir o programa dentro da Política de Recursos Humanos.

Já o colaborador deve se comprometer em cultivar um estilo de vida saudável, o que faz uma grande diferença para seu rendimento no mercado de trabalho. É preciso adquirir uma condição física boa e manter a saúde sempre em dia, por meio de exercícios e de uma alimentação equilibrada.

Cuidar dos aspectos emocionais e psicológicos também é indispensável, o que inclui uma atenção muito especial à questão da auto-estima. Guardar um tempo para curtir momentos de lazer e conectar-se com o lado espiritual é essencial. O importante é saber conciliar afazeres profissionais com a vida pessoal, dedicar-se a si mesmo e aos familiares. A Responsabilidade Social é conquistada, primeiramente, por meio da Responsabilidade Pessoal.

Toda atitude tomada para valorizar as virtudes do ser humano deve ser valorizada e incentivada.

Portanto, com as empresas e colaboradores trabalhando em conjunto para promover o bem estar físico e emocional de todos, as atitudes positivas, e a integração entre organizações e sociedade, a Qualidade de Vida deixará em breve de ser uma bandeira para se tornar um bem comum.

CECILIA CIBELLA SHIBUYA é Assistente Social e Presidente da ABQV. Diretora da PRÁTICA Consultoria Empresarial.

Evento da Celafiscs

Simpósio Internacional de Ciências do esporte
Será realizado nos dias 6, 7 e 8 de Outubro de 2011.

Site: http://www.celafiscs.institucional.ws/

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Curso da Posture

Entrem no site e confiram.

Http://www.grupoposture.com.br

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Evento marcado

O Fitness Brasil chega a Salvador.

Confira tudo pelo site.

http://www.fitnessbrasil.com.br

Curso

A empresa Company Saude traz para Salvador-Ba o curso de ginastica laboral.
Para aqueles que gostam e se interessam entrem no site e confiram!

http://www.companysaude.com.br

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dados

Sul e Sudeste cada vez mais ganhando o mercado da ginastica laboral em Salvador/Ba.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Lombalgia, prevenção e tratamento

Fonte: O2 por Minuto

Comum entre os esportistas e, sobretudo, entre os corredores, a lombalgia faz com que muitos praticantes de atividade física sofram com fortes dores nas costas. Desconhecido por parte da população, esse problema pode afetar diretamente tanto os mais velhos quanto os mais jovens.

Identificada como um problema na região baixa da coluna vertebral, a lombalgia constitui-se de dois níveis, a forma aguda e a crônica. Em ambas a dor é a resposta do corpo para mostrar que na área existe algo irregular ou até o uso excessivo deste local.

O nível agudo é a forma simples do problema, quando algum acidente ou esforço exagerado danifica os músculos, tendões e ligamentos do local. Já a forma crônica pode ser recorrente de outras doenças, causando bastante incômodo. “A lombalgia crônica pode ocorrer devido outros problemas de saúde, como osteoartrite, artrite reumatóide, tumores, degeneração dos discos ou hérnia no disco”, afirma Dr. Jason Gilbert, quiropraxista.

Sintomas

A lombalgia tem diversos sintomas da sua presença, e o principal deles é a dor, que aparece em locais como a própria lombar, nas costas, próxima aos ossos do quadril e até nas pernas, passando para outras regiões dependendo de seu nível. “O sintoma principal é a famosa dor lombar, começando fraca e aos poucos aumentando. Em alguns casos, ela pode desaparecer e depois de um tempo voltar. A dor é um aviso, mas também há outros avisos como queimação nas nádegas, adormecimento ou dor nas pernas”, explica Gilbert.

O esporte e o tratamento

Conhecida por atingir muitos esportistas, a lombalgia acaba muitas vezes atrapalhando a vida de corredores, que necessitam muito da lombar durante a prática do exercício físico e acabam gerando desgaste no local.

“A lombalgia pode ocorrer em toda a população, e entre estas pessoas não podemos deixar de citar os esportistas, principalmente aqueles que não possuem acompanhamento profissional adequado. Assim, o corpo desses atletas, durante a prática esportiva, está com a musculatura intrínseca da coluna lombar e a musculatura abdominal fortalecida de forma suficiente para dividir as solicitações mecânicas geradas durante o exercício e, muitas vezes, sobre a coluna”, explica Daniel Marques, osteopata da Cardiomex.

Depois de encontrado o problema, o tratamento contra a lombalgia começa a ser iniciado. Existem vários processos diferentes na cura deste problema, sendo mais usado o método através de medicamentos, de forma osteopática, que irá restaurar a forma mecânica da região. Porém, de qualquer forma, após o término do tratamento, o esportista terá que realizar um reforço muscular antes de iniciar qualquer trabalho físico.

Evitando a lombalgia

Para evitar a lombalgia, os profissionais Daniel Marques e Jason Gilbert dão dicas do que realizar antes e depois de se diagnosticar o problema.

Antes do diagnóstico

- Aprender a alongar desde jovem, pois isso mantém a integridade dos músculos que dividem a carga da coluna com as articulações e músculos;
- Incluir uma sessão de alongamentos em seu treino de 2 a 3 vezes por semana;
- Nunca treine com dor e nunca tome analgésicos para treinar;
- Realizar trabalhos de fortalecimento muscular, principalmente na área lombar;
- Ter boa postura e evitar ficar mal sentado em frente ao computador e no sofá;
- Realizar exercícios físicos regularmente;
Depois do diagnóstico

- Nunca treine com dor e nunca tome analgésicos para treinar;
- Use a dor quando aparece para encontrar a causa dela;
- Use gelo por 20 minutos no local onde dói, pois é um excelente analgésico e anti-inflamatório natural;
- Sempre procure um profissional quando há dor.

Por Maurício Belfante

Crianças e Sobrepeso: Cada vez mais cedo

Fonte:http://www.Abeso.org.br


Estudo realizado pela Secretaria Municipal de Saúde da cidade de Franca, São Paulo, revelou que 15,82% das crianças pesquisadas, entre 7 e 10 anos, apresentam sobrepeso. Todos são alunos de 18 escolas selecionadas na rede municipal de ensino. O índice encontrado está dentro da média no Brasil, mas preocupa médicos e educadores porque o problema surge cada vez mais cedo.

Entre os 6.707 estudantes que fizeram parte do levantamento, 1.061 (484 meninas e 577 meninos) têm sobrepeso, mas também foram encontradas crianças abaixo do peso. Todos os casos mais graves – 120 crianças obesas e 72 com baixo peso – serão acompanhados por profissionais de saúde. A pesagem foi realizada pelos professores entre agosto e setembro de 2009, durante as aulas de educação física.

Mudança Comportamental

A nutricionista Fernanda Pisciolaro, membro do Departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da ABESO, comenta que, de fato, “diversos estudos têm apontado um aumento progressivo no sobrepeso e obesidade, especialmente em crianças e adolescentes de escolas particulares”. Segundo ela, o aumento revelado em grandes proporções também nas escolas públicas “reflete uma mudança comportamental, de oferta inadequada de alimentos em casa e redução de atividades físicas, principalmente as lúdicas e informais”. Ou seja, brincadeiras, jogos de bola, caminhadas etc.

A especialista prossegue afirmando que “uma das causas da obesidade é o fraco vínculo das crianças e adolescentes com a família, que compartilham cada vez menos os momentos de preparo e consumo alimentar”. A Dra. Fernanda Pisciolaro comenta que “vários trabalhos têm demonstrado melhor eficácia no tratamento da obesidade infantil e do adolescente quando existe a participação efetiva da família”.

O Papel dos Pais

A coordenadora de merenda Thaís Machado, da rede municipal de Franca, SP, concorda com a nutricionista quando diz que “a orientação nutricional deve ser levada adiante para atingir também os pais porque senão nada adianta se a criança comer à vontade em casa”. Por isso, criou-se um programa de alimentação em sala de aula que será estendido aos pais dos escolares.

Mas a influência da família não para por aí. Segundo a nutricionista Fernanda Pisciolaro “também já foi demonstrado que uma redução no Índice de Massa Corporal (IMC) dos pais se associa positivamente à redução do IMC dos filhos, e que, quanto antes o problema for detectado e tratado, melhor é sua evolução”, conclui.

Por Beth Santos

Ginastica laboral

Do jeito que a ginastica laboral vai ou alavanca ou cai de vez!
Momento delicado!!!!!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A bola da vez!!!!

O momento da ginastica laboral!!!!!

Eventos marcados!

Confiram no site do fitness brasil.
http://www.fitnessbrasil.com.br

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dica de site legal

http://www.educacaofisica.com.br/

sábado, 15 de maio de 2010

Olha o custo beneficio!!!!!

A atividade laboral tem que ser realizada por trabalhador saudavel ! O funcionario para produzir precisa estar bem! Assim todos ganham : a empresa e seus colaboradores.

Número de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador cresce quase 1000% em oito anos

Serviço especializado do Sistema Único de Saúde (SUS) soma hoje 180 unidades de atendimento. Em 2002, eram apenas 17.

Segundo dados do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde (Dsast/SVS), de 2002 a 2010 houve aumento de 958,8% no número de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) no país. Para se ter uma idéia, em 2002 havia 17 unidades. Em 2010, o número subiu para 180.

O Cerest é um serviço do Sistema Único de Saúde (SUS), cujo objetivo é atender as questões relativas à saúde dos trabalhadores. Foi criado pela Portaria 1.679, de 20 de setembro de 2002, que instituiu a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador – Renast, e inaugurado oficialmente no dia 16 de dezembro de 2004.

Guilherme Franco Netto, diretor do Departamento, afirma que existem 26 unidades estaduais e 154 regionais, que promovem ações para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida do trabalhador. “A criação desses centros faz parte das ações do Ministério da Saúde, que visam à saúde do trabalhador e à prevenção de acidentes”, afirma.

O diretor explica ainda que cabe aos centros subsidiar a formulação de políticas públicas, capacitar a rede de serviços de saúde, apoiar as investigações de maior complexidade, assessorar a realização de convênios de cooperação técnica, além de apoiar a estruturação da assistência de média e alta complexidades para atender aos acidentes e agravos relacionados ao trabalho.

Em relação à distribuição dos Centros por região, o coordenador-geral da Saúde do Trabalhador (CGSAT) do Ministério da Saúde, Carlos Vaz, revela que a região Sudeste possui 72 unidades. “Só no Estado de São Paulo existem 42 Cerest. A região Nordeste conta com 55 Centros; a região Sul, com 23; o Centro-Oeste, com 17; e o Norte possui 13 unidades”, enumera.

A equipe de profissionais do Cerest regional é composta por pelo menos quatro profissionais de nível médio (sendo dois auxiliares de enfermagem) e seis profissionais de nível universitário (sendo dois médicos e um enfermeiro). No caso do Cerest estadual, a equipe é integrada por cinco profissionais de nível médio e dez profissionais de nível superior.

Os Centros recebem recursos financeiros do Fundo Nacional da Saúde. Anualmente, cerca de R$ 68 milhões são destinados aos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador. Para unidades regionais são disponibilizados, mensalmente, R$ 30 mil e para as estaduais, R$ 40 mil. Os recursos oferecidos são para realizar ações de promoção, prevenção, vigilância, diagnóstico, tratamento e reabilitação em saúde dos trabalhadores urbanos e rurais, independentemente do vínculo empregatício e do tipo de inserção no mercado de trabalho.

Na opinião de Vaz, a implantação dos Centros trouxe benefício aos trabalhadores. “A consolidação de um espaço destinado à saúde do trabalhador contribui para o processo de expansão dessa área no Sistema Único de Saúde (SUS) e representa a conquista de direitos da saúde do usuário, e em especial dos trabalhadores”. Podem usufruir dos serviços dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador, todos os trabalhadores formais, informais e estatutários, portadores ou suspeitos de doenças ocupacionais, vítimas de acidentes do trabalho, encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde e Estratégias de Saúde da Família.

Fonte: www.saude.gov.br

domingo, 25 de abril de 2010

Cuidado dobrado!!!!!

Ressalvas a este nome - LAZER NA EMPRESA!

domingo, 18 de abril de 2010

Site

Pos em diversas areas.

Visitem os sites;

http://www.posugf.com.br/cursos/home.php.

http://www.fmu.br/pos/home.asp#cursos

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Links relacionados à QVT/QV

Ministério do Trabalho e Emprego - http://www.mte.gov.br/

Ministério da Saúde - http://portal.saude.gov.br/saude/

Organização Internacional do Trabalho - http://www.oit.org/

OIT Brasil - http://www.oit.org/public/portugue/region/ampro/brasilia/

Organização Mundial de Saúde - http://www.who.int/en/

Organização Panamericana de Saúde - http://www.paho.org/default_spa.htm

Instituto Nacional de Saúde dos EUA - http://www.nih.gov/

Intelihealth - http://www.intelihealth.com/

Centro Canadense para Saúde e Segurança Ocupacional - http://www.ccohs.ca/

Centro Esportivo Virtual - http://www.cev.org.br/

sábado, 10 de abril de 2010

Atenção!

Cuidado com as atividades lúdicas nas empresas!

GL e Ergonomia.

A ginastica laboral somente surte seus efeitos se for devidamente aplicada a ergonomia inexistindo portanto uma sem a outra.

A GINASTICA LABORAL COMO UMA FERRAMENTA DA ERGONOMIA.

Imprescindivel o papel do gestor nos programas de QV!

O EXEMPLO COMO VALOR FUNDAMENTAL PARA O GESTOR DO PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA
Alberto José Niituma Ogata
A primeira coisa que você tem que fazer como líder é administrar sua própria energia. Em segundo lugar, você deve orquestrar as energias das pessoas que estão ao seu redor.
Peter Drucker


O número de programas de qualidade de vida nas empresas tem aumentado em todo o país. As empresas e os trabalhadores têm valorizado as ações que melhoram a qualidade de vida e o equilíbrio entre vida pessoal e o trabalho. Na 7.a edição do Guia Exame - As Melhores Empresas para Você Trabalhar, constatou-se que quatro de cada dez profissionais escolheram a possibilidade de ter qualidade de vida como a melhor característica do seu trabalho atual. Surpreende o fato de que as outras opções foram remuneração e benefícios, estabilidade no emprego e desenvolvimento profissional, que são habitualmente mais valorizadas.

Pesquisa realizada por Limongi França na USP e publicada em 2003, envolvendo profissionais ligados à gestão de pessoas revelou que 97% dos participantes acreditam que toda empresa deve ter um programa de qualidade de vida e que as ações são vistas como investimento e que devem ser consideradas como estratégicas para a empresa. Constatou-se ainda que cerca de 90% dos entrevistados acreditam que as ações de qualidade de vida são sempre necessárias no ambiente das empresas e que 85% entendem que os empregados valorizam as ações e programas de qualidade de vida.

Neste cenário, as exigências para os gestores dos programas de qualidade de vida, sejam eles profissionais das áreas de saúde, recursos humanos ou administração, são cada vez maiores. Exige-se elevada capacitação técnica, habilidade em comunicação e criatividade e condições de apresentar resultados mensuráveis, inclusive econômicos, em curto espaço de tempo. Mas, além disso, estes profissionais são observados como um modelo a ser seguido (ou criticado) em qualidade de vida pessoal.

Mas, qual seria o perfil ideal do gestor em qualidade de vida? De acordo a proposta de Donald Ardell apresentada no 19.o National Wellness Conference em 2003, ele se constituiria em 6 elementos: (1) um forte senso de responsabilidade pessoal (2) um estilo de vida saudável (uma combinação disciplinada de atividade física moderada/vigorosa e uma alimentação equilibrada) (3) uma visão positiva e prazer em viver (4) abertura para novas descobertas sobre os significados e os propósitos da vida (5) capacidade e interesse pelo pensamento crítico.

Além disso, acredito que coordenar uma ação ou um programa de qualidade de vida não se constitui numa tarefa administrativa comum, pois envolve a motivação e a adesão dos colaboradores da empresa em um processo de mudança de comportamento. Deste modo, há características pessoais que este profissional deve ter e que deve procurar desenvolver, como ter empatia e atuar sem pré-julgamentos, ser colaborativo e ter atitudes positivas e, principalmente, ser genuíno em seus comportamentos e suas mensagens.

Como está a qualidade de vida dos profissionais ligados aos programas de qualidade de vida? Uma amostra desta realidade pôde ser constatada por uma pesquisa realizada com empresas associadas da Associação Brasileira de Qualidade de Vida, por Bramante (2004) que constatou que mais de 60% dos gestores de programas de qualidade de vida trabalham mais que 12 horas por dia. Além disso, quase 60% destes profissionais relataram ter menos de 6 horas de lazer por semana.

Devemos considerar que, na maioria das empresas, estes profissionais acumulam a sua tarefa de coordenar o programa de qualidade de vida com outras atividades na empresa, como atuar na área de saúde, benefícios, administração ou recursos humanos. Mas, para estes profissionais, buscar o constante desenvolvimento pessoal, em todas as dimensões (física, emocional, espiritual, social, profissional), deve ter uma importância ainda maior, pois esta tarefa exige um elevado grau de energia positiva, criatividade e autenticidade. Talvez uma boa idéia seja procurar adotar um mentor ou "coach" pessoal que auxilie no desenvolvimento de suas habilidades, potenciais e na harmonização de sua energia vital. Ou então, buscar realizar um planejamento de vida, visando avaliar as dimensões a serem abordadas, visando se atingir um equilíbrio entre elas, inclusive adotando técnicas disponíveis, por exemplo, do gerenciamento do tempo, de relaxamento e meditação, de melhoria das condições físicas ou de envolvimento com atividades culturais e artísticas.

De acordo com Prochaska, criar um estilo de vida mais saudável envolve mais do que modificar um fator na vida. Ele sugere que devemos utilizar nossa energia e nosso tempo em atividades que promovam constantemente o nosso desenvolvimento pessoal. Assim, particularmente para os gestores em qualidade de vida, torna-se fundamental procurar viver intensamente os seus sonhos e aspirações, através de um estilo de vida saudável como meio de preservar os ganhos e promover um crescimento constante.



ALBERTO OGATA é médico com mestrado em Economia da Saúde pela USP, Diretor da Subsecretaria de Assistência Médico Social Tribunal Regional Federal da 3ª Região e Vice Presidente da ABQV.

Sites

http://www.who.int/en/
http://www.cdc.gov/HealthyLiving/
http://www.acsm.org/AM/Template.cfm?Section=Home_Page&TEMPLATE=/CM/HTMLDisplay.cfm&CONTENTID=11398
http://health.nih.gov/
http://www.csep.ca/
http://www.osha.gov/
http://www.ilo.org/global/lang--es/index.htm
http://portal.saude.gov.br/saude/
http://saudepublica.bvs.br/html/pt/home.html

Sites de pesquisa

Sites de busca de artigos científicos:
http://www.scielo.br/
http://acessolivre.capes.gov.br/
http://www.bireme.br/php/index.php
http://bve.cibec.inep.gov.br/
http://www.doaj.org/
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/
http://www.pubmedcentral.nih.gov/
http://www.biomedcentral.com/
http://scholar.google.com.br/
http://www.freemedicaljournals.com/

domingo, 4 de abril de 2010

sábado, 13 de março de 2010

Dica.

Links relacionados à QVT/QV


Ministério do Trabalho e Emprego - http://www.mte.gov.br/

Ministério da Saúde - http://portal.saude.gov.br/saude/

Organização Internacional do Trabalho - http://www.oit.org/

OIT Brasil - http://www.oit.org/public/portugue/region/ampro/brasilia/

Organização Mundial de Saúde - http://www.who.int/en/

Organização Panamericana de Saúde - http://www.paho.org/default_spa.htm

Instituto Nacional de Saúde dos EUA - http://www.nih.gov/

Intelihealth - http://www.intelihealth.com/

Centro Canadense para Saúde e Segurança Ocupacional - http://www.ccohs.ca/

Centro Esportivo Virtual - http://www.cev.org.br/

sábado, 6 de março de 2010

Dica de leitura

Obras sugeridas,

.Ginástica Laboral no Escritório
Martins, Caroline de Oliveira Editora: Fontoura 2001

.Livro: Curso de Engenharia Ergonômica do Trabalho
Autor: Neri Santos

.PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE DO TRABALHADOR - PPST
Martins,Caroline de Oliveira Editora: Fontoura

.Livro: Ergonomia Aplicada ao Trabalho
Autor: Hudson Couto

.Livro: Ergonomia Prática
Autor: Jan Dul

.Livro: Ergonomia - Projeto e Produção
Autor: Itiro Iida

.Livro: Ginástica Laboral e Ergonomia
Autor: Claudia Montalvão e Fabiana Figueiredo

.Livro: Manual de Análise Ergonômica do Trabalho
Autor: Neri Santos e Francisco Fialho

.

Fiquem de olho!

Precisamos de profissionais de EF competentes e qualificados para trabalhar com GL. Os fisioterapeutas podem e devem auxiliar,mas faltam a esses profissionais habilidades e conhecimentos para o desenvolvimento desta atividade.
O professor de EF pode dar aula de RPG? Esta habilitado para isso? Porque o fisioterapeuta pode ministrar aulas de ginastica laboral?
Onde fica o respeito profissional?

terça-feira, 2 de março de 2010

Urgente!

O CREF PRECISA SER ATUANTE!!!!!!!!!!!!!!!

Saúde Ocupacional

"A Saúde Ocupacional tem com objetivo promover e manter no seu mais alto grau o bem-estar físico, evitar a deterioração da saúde provocada pelas condições de trabalho; protegê-los em suas atividades dos riscos dos agentes nocivos; manter os trabalhadores de forma adequada às suas aptidões fisiológicas e psicológicas; quer dizer, adaptar o trabalho ao homem e cada homem ao seu trabalho." (OMS/OIT)

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Equilíbrio é fundamental

Cada vez mais profissionais almejam ter uma melhor qualidade de vida, já que é comum que as pessoas trabalhem em ritmo frenético e estressante, extinguindo o tempo para se dedicar à família, aos amigos e às atividades de lazer.

"Muitas vezes, em função do excesso de atividades que temos que desenvolver no ambiente de trabalho, as inúmeras reuniões, o excesso de toques no computador, a má-postura, a corrida para nos alimentarmos em apenas 15 minutos, sem falar nas pressões do chefe, do cliente, entre outros, nos levam a perder a tão famosa qualidade de vida, que tanto almejamos", afirmou a vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Cecília Shibuya.

QUANDO A PRESSA VIRA DOENÇA

A corrida contra o relógio é comum nos dias atuais. Mas até que ponto ela pode ser considerada normal? Quando a pressa adquire níveis excessivos e passa a comprometer a saúde e o bem-estar, é preciso ficar atento. Pode-se estar sofrendo da doença da pressa – também conhecida como hurry sickness.
Uma pesquisa realizada em 2006 pela ISMA-BR revela as consequências de se manter um estilo de vida excessivamente acelerado. Foram entrevistados mil profissionais brasileiros (homens e mulheres), de 25 a 65 anos, ativos no mercado de trabalho.
A conclusão é de que 30% sofriam da doença da pressa, sendo que 8% já diminuíram o ritmo das tarefas e 13% querem fazê-lo, mas alegaram estar em busca de alternativas. Sintomas físicos, emocionais e comportamentais são alguns dos problemas gerados pela doença.
Fisicamente, as alterações incluem dores musculares e cansaço constante, além de insônia, azia e hipertensão. No aspecto emocional, os entrevistados apontaram aumento na ansiedade, angústia e falta de concentração. A raiva e a falta de memória também foram citadas.
Para fugir dessa rotina estafante, o segredo está em criar estratégias que busquem conciliar os âmbitos profissional e pessoal, preservando a qualidade de vida. Aprender a gerenciar o tempo é uma das premissas para um cotidiano equilibrado e saudável.