sexta-feira, 30 de julho de 2010

Lombalgia, prevenção e tratamento

Fonte: O2 por Minuto

Comum entre os esportistas e, sobretudo, entre os corredores, a lombalgia faz com que muitos praticantes de atividade física sofram com fortes dores nas costas. Desconhecido por parte da população, esse problema pode afetar diretamente tanto os mais velhos quanto os mais jovens.

Identificada como um problema na região baixa da coluna vertebral, a lombalgia constitui-se de dois níveis, a forma aguda e a crônica. Em ambas a dor é a resposta do corpo para mostrar que na área existe algo irregular ou até o uso excessivo deste local.

O nível agudo é a forma simples do problema, quando algum acidente ou esforço exagerado danifica os músculos, tendões e ligamentos do local. Já a forma crônica pode ser recorrente de outras doenças, causando bastante incômodo. “A lombalgia crônica pode ocorrer devido outros problemas de saúde, como osteoartrite, artrite reumatóide, tumores, degeneração dos discos ou hérnia no disco”, afirma Dr. Jason Gilbert, quiropraxista.

Sintomas

A lombalgia tem diversos sintomas da sua presença, e o principal deles é a dor, que aparece em locais como a própria lombar, nas costas, próxima aos ossos do quadril e até nas pernas, passando para outras regiões dependendo de seu nível. “O sintoma principal é a famosa dor lombar, começando fraca e aos poucos aumentando. Em alguns casos, ela pode desaparecer e depois de um tempo voltar. A dor é um aviso, mas também há outros avisos como queimação nas nádegas, adormecimento ou dor nas pernas”, explica Gilbert.

O esporte e o tratamento

Conhecida por atingir muitos esportistas, a lombalgia acaba muitas vezes atrapalhando a vida de corredores, que necessitam muito da lombar durante a prática do exercício físico e acabam gerando desgaste no local.

“A lombalgia pode ocorrer em toda a população, e entre estas pessoas não podemos deixar de citar os esportistas, principalmente aqueles que não possuem acompanhamento profissional adequado. Assim, o corpo desses atletas, durante a prática esportiva, está com a musculatura intrínseca da coluna lombar e a musculatura abdominal fortalecida de forma suficiente para dividir as solicitações mecânicas geradas durante o exercício e, muitas vezes, sobre a coluna”, explica Daniel Marques, osteopata da Cardiomex.

Depois de encontrado o problema, o tratamento contra a lombalgia começa a ser iniciado. Existem vários processos diferentes na cura deste problema, sendo mais usado o método através de medicamentos, de forma osteopática, que irá restaurar a forma mecânica da região. Porém, de qualquer forma, após o término do tratamento, o esportista terá que realizar um reforço muscular antes de iniciar qualquer trabalho físico.

Evitando a lombalgia

Para evitar a lombalgia, os profissionais Daniel Marques e Jason Gilbert dão dicas do que realizar antes e depois de se diagnosticar o problema.

Antes do diagnóstico

- Aprender a alongar desde jovem, pois isso mantém a integridade dos músculos que dividem a carga da coluna com as articulações e músculos;
- Incluir uma sessão de alongamentos em seu treino de 2 a 3 vezes por semana;
- Nunca treine com dor e nunca tome analgésicos para treinar;
- Realizar trabalhos de fortalecimento muscular, principalmente na área lombar;
- Ter boa postura e evitar ficar mal sentado em frente ao computador e no sofá;
- Realizar exercícios físicos regularmente;
Depois do diagnóstico

- Nunca treine com dor e nunca tome analgésicos para treinar;
- Use a dor quando aparece para encontrar a causa dela;
- Use gelo por 20 minutos no local onde dói, pois é um excelente analgésico e anti-inflamatório natural;
- Sempre procure um profissional quando há dor.

Por Maurício Belfante

Crianças e Sobrepeso: Cada vez mais cedo

Fonte:http://www.Abeso.org.br


Estudo realizado pela Secretaria Municipal de Saúde da cidade de Franca, São Paulo, revelou que 15,82% das crianças pesquisadas, entre 7 e 10 anos, apresentam sobrepeso. Todos são alunos de 18 escolas selecionadas na rede municipal de ensino. O índice encontrado está dentro da média no Brasil, mas preocupa médicos e educadores porque o problema surge cada vez mais cedo.

Entre os 6.707 estudantes que fizeram parte do levantamento, 1.061 (484 meninas e 577 meninos) têm sobrepeso, mas também foram encontradas crianças abaixo do peso. Todos os casos mais graves – 120 crianças obesas e 72 com baixo peso – serão acompanhados por profissionais de saúde. A pesagem foi realizada pelos professores entre agosto e setembro de 2009, durante as aulas de educação física.

Mudança Comportamental

A nutricionista Fernanda Pisciolaro, membro do Departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da ABESO, comenta que, de fato, “diversos estudos têm apontado um aumento progressivo no sobrepeso e obesidade, especialmente em crianças e adolescentes de escolas particulares”. Segundo ela, o aumento revelado em grandes proporções também nas escolas públicas “reflete uma mudança comportamental, de oferta inadequada de alimentos em casa e redução de atividades físicas, principalmente as lúdicas e informais”. Ou seja, brincadeiras, jogos de bola, caminhadas etc.

A especialista prossegue afirmando que “uma das causas da obesidade é o fraco vínculo das crianças e adolescentes com a família, que compartilham cada vez menos os momentos de preparo e consumo alimentar”. A Dra. Fernanda Pisciolaro comenta que “vários trabalhos têm demonstrado melhor eficácia no tratamento da obesidade infantil e do adolescente quando existe a participação efetiva da família”.

O Papel dos Pais

A coordenadora de merenda Thaís Machado, da rede municipal de Franca, SP, concorda com a nutricionista quando diz que “a orientação nutricional deve ser levada adiante para atingir também os pais porque senão nada adianta se a criança comer à vontade em casa”. Por isso, criou-se um programa de alimentação em sala de aula que será estendido aos pais dos escolares.

Mas a influência da família não para por aí. Segundo a nutricionista Fernanda Pisciolaro “também já foi demonstrado que uma redução no Índice de Massa Corporal (IMC) dos pais se associa positivamente à redução do IMC dos filhos, e que, quanto antes o problema for detectado e tratado, melhor é sua evolução”, conclui.

Por Beth Santos

Ginastica laboral

Do jeito que a ginastica laboral vai ou alavanca ou cai de vez!
Momento delicado!!!!!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A bola da vez!!!!

O momento da ginastica laboral!!!!!

Eventos marcados!

Confiram no site do fitness brasil.
http://www.fitnessbrasil.com.br

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dica de site legal

http://www.educacaofisica.com.br/